terça-feira, 23 de setembro de 2014

I jornada de Atualização em Transtorno do Espectro do Autismo

A  E. E. B. Feliciano Pires participou, com um grupo de professoras,  de 18 a 20 de setembro de 2014, no auditório da UNIFEBE CAMPUS SANTA TEREZINHA -BRUSQUE-SC da I Jornada de Atualização em Transtorno do Espectro do Autismo  com um grupo de professoras, com objetivo de enriquecer seus conhecimentos, possibilitando o melhor acompanhamento dos educandos com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo).
Além das palestras, a Jornada teve mesa redonda e depoimentos relacionados nas áreas da Saúde , Educação ,Inclusão ,Diagnóstico, Terapias e Tratamentos.

Segundo as professoras que participaram, esse encontro foi muito prazeroso e superou todas as expectativas.







Viagem de Estudos: São Paulo, Terra da Garoa

O último dia 15 de setembro, foi uma data muito esperada pelos alunos do segundo ano do Ensino Médio, dia em que iriam embarcar para São Paulo. Quantas orientações, quantas reuniões, os pais estiveram em massa na reunião geral. Tudo certo, e no dia, era hora de partir. Chegaram em São Paulo por volta das 7 horas, na Estação da Luz, centro da cidade, onde tudo acontece.

Foram aguardados pela guia, Vera Lúcia. A primeira aventura foi sair caminhando para tomar o café da manhã à moda paulista. Após o café presenciaram uma das rotinas de uma grande cidade, a polícia tinha um mandado de despejo a moradores de um hotel abandonado, próximo ao local onde se encontravam. Viram uma realidade dura e triste, fato esse que comprometeu parte da agenda.

Congestionamentos, mudanças de rotas, para não se depararem com a ação da polícia. Fora esse imprevisto tudo ocorreu muito bem, deram continuidade à programação. Muitas vezes esses acontecimentos nos levam a outros lugares, que valem muito a pena.
Conheceram o parque da Estação da Luz com sua história, passaram pela Rua José Paulino, rua que se caracteriza pela venda de roupas no varejo e atacado.  

Dez horas, era o momento de entrarem no museu da língua portuguesa. Fantástico, uniu história, tecnologia, poesia e arte.
Hora de almoçar, voltaram para a José Paulino, a polícia em alerta, os helicópteros continuavam sobrevoando toda a área de reintegração de posse.

Próxima parada: o Aquário. Tinham agendamento, foram recebidos pelos monitores que os acompanharam durante todo o percurso.  Proporcionaram uma aula de biologia, “muito massa”.

O Museu do Futebol no Estádio do Pacaembu foi a última visita do dia, a mais esperada, que reuniu, história, esporte, tecnologia e física. No final cobram um pênalti.

Dali foram rumo ao Hotel, para se instalarem e descansarem até o jantar. Ficaram hospedados na região do Largo do Arouche, com vista privilegiada para a praça. O jantar aconteceu no hotel por motivo de segurança e descanso.

Na manhã seguinte, dia 18, Mercado Público, a Rua 25 de Março, o centro histórico de São Paulo, onde observaram muitas formas diferentes de arquitetura e muitas obras de arte, que chamou a atenção. Puderam fazer arte, com todo o tipo de material, basta usar a criatividade.

Foram caminhando até o bairro da Liberdade, onde almoçaram e puderam conhecer as características do bairro, com inscrições em japonês nos semáforos, bancos e etc.

Em seguida partiram para a grande aventura, andar de metrô. Quanta emoção! Quanto pavor, que medo de não conseguir entrar no tempo certo nos vagões. Foi uma experiência incrível tanto para os alunos que não conheciam como para as professoras que os acompanhavam.

Foram até o MASP conhecer obras de arte como Renoir, Picasso, Modigliane, Van Gogh, Manet, Monet entre outros. Também conheceram arte de rua. Participaram de uma gravação de uma coreografia, um trabalho de alunos de uma universidade de São Paulo para a professora de arte. Pena que o tempo foi curto.

Retornaram à Estação da Luz para pegarem o ônibus e fazerem a última visita que não podia faltar, uma passada no Shopping. Deixaram um abraço à guia Vera, que foi uma pessoa muito importante no processo de ensino e aprendizagem. Descobriram que ser guia turístico, requer muito conhecimento e jogo de cintura.

Chegaram na cidade de Brusque no dia 18 por volta das 5 horas da manhã. Cansados, porém, felizes. Aprenderam a conviver com as diferenças, perceberam que quando se sai em visitas temos que ser parceiros, solidários, segundo palavras de Dona Márcia, “temos que amar nosso colega, amar vai além de gostar”.

A escola agradece a todos os professores que acompanharam os alunos nesta maravilhosa viagem de estudos, aos professores que firam e o apoio recebido de toda a direção, pois que sem o apoio de todos, não teriam realizado esse desafio de aprender fora das salas de aula. Como diz o Professor Saturnino de La Torre “é nas ruas que se aprende e se reaprende”.

Um agradecimento especial às professoras que acompanharam os alunos: Ana Maria Quinoto Imhof, Berenice Lemus, Djanira Gartner, Maria.. de Delurdes e Márcia Antônia.

Detalhes fornecidos pela professora Ana Maria Quinoto Imhof - MSC

Depoimentos de alunos

“Ah essa viagem foi demais, eu creio que ninguém se arrependeu de ter ido, eu pelo menos não me arrependi nem um pouquinho, foi muito bom. Adorei as pessoas e principalmente os lugares que conheci, pra mim é difícil escolher o melhor lugar, gostei muito do museu do futebol, amei o mercado, mas o que eu mais gostei ainda foi do aquário, aquele lugar é encantador. Os que veem de fora podem achar que essa viagem foi só de passeio, mas não, essa viagem foi mais de aprendizagem, eu aprendi muito, aprendi principalmente a dar valor a nossa região, a nossa cidade, comecei a ver os pontos positivo da nossa cidade, Brusque é uma cidade limpa, calma, com pouca desigualdade (em comparação com São Paulo), etc. E fiquei apaixonada pela arquitetura de São Paulo. Eu agradeço as professoras e a cada um que foi, porque vocês tornaram essa viagem inesquecível. E eu voto pro próximo destino ser o Rio De Janeiro”. Maria Eduarda Nunes Pereira

“Foi gratificante para todos essa oportunidade de conhecer esses lugares incríveis, com certeza foi a melhor viagem que fiz, até então agradeço as professoras que se empenharam em trazer algo novo como método de aprendizagem, e claro fico feliz por ter feito novas amizades.
Acho que todos tiveram um lugar preferido, o meu foi o museu do futebol, onde mostra como era o futebol antigamente, o jeito que eles se vestiam com muita elegância por ser um evento importante naquela época, e claro o preconceito que existia entre as classes baixas que só podiam assistir o jogo em uma área longe do campo, já os de classe alta podiam ficar do lado de fora assistindo bem pertinho o grande evento e só podiam jogar as pessoas que eram importantes naquela época. Obrigada, por tudo!
Bruna Preti

“Bom acho que como pra mim essa viagem foi ótima espero que pra todos também tenha sido, pois eu consegui não só aprimorar meu conhecimento nas matérias envolvidas mais também conseguir fazer novas amizades com pessoas com quem eu nunca imaginava poder ter uma boa relação. Na sexta feira me questionarão se `` VALEU A PENA ´´ E sem dúvida pra mim valeu espero que pra todos também tenha valido, só não valeu pra quem não se interessou porque a viagem foi show. Agradeço a todas as professoras que se empenharam para fazer essa viagem acontecer e também a todos os alunos que fizeram o melhor pra que pudesse ser essa viagem maravilhosa. Gostei muito da visita ao aquário pois tive oportunidade de ver animais dos quais eu nunca tinha visto .. enfim é isso agora é só esperar a do terceirão do ano que vem que sem dúvida seja um sucesso como essa “. Carlos Eduardo

 “São Paulo, nossa, eu imaginava São Paulo de tudo quanto é jeito, mais de todos que eu imaginei nenhum chegou perto do que eu pude presenciar. Eu achava que por ser o Estado com a maior economia do país, ele também seria o com melhores condições de vida, mais a realidade é bem diferente. Todos os lugares para que eu olhava eu via pichações e pessoas vivendo na miséria, ambulâncias e viaturas policiais indo e vindo, todos os lugares onde fui não tinha um que não fedesse a urina, e realmente, não era só por conta das pessoas que eram mal educadas para fazer isso na rua, mais sim porque não tinha banheiro público, eu pelo menos não vi nenhum, para uma cidade grande como aquela tinha que ter um em cada canto dela.
Mais agora vamos as coisas boas, tive vários aprendizados em São Paulo, visitei lugares que nunca teria oportunidades tão claras como as professoras que as organizaram nos deram, o grupo também foi muito unido, cheio de pessoas boas e divertidas. O Lugar que mais gostei de visitar e passear foi o metro, foi uma das coisas que achei mais práticas e divertidas em São Paulo, conheci um pouco mais sobre a história do futebol, as artes e culturas da língua portuguesa e o passeio ao aquário foi muito fera, tipo, tinha muitos peixes e répteis. Espero que ano que vem tenha muito mais dessas”.  Rumo AoTerceirao.. Gabriel F. Risch

“Bom acho que tanto pra mim quanto para todo mundo essa viagem foi muito divertido , eu adorei demais valeu a pena todo o dinheiro que gastei, foi muito divertido conheçer pessoas novas fazer novas amizades e etc.. Mais o lugar que eu mais adorei e que realmente fico marcado foi o aquário, vi bichos que nunca imaginei ver de perto aprendi coisas que também vão ficar marcado, adorei demais a visita ao aquário. Agradeço a todas as professoras guerreiras por terem nos dado e feito essa viagem maravilhosa com nos, cada momento, cada hora, cada minuto, com vocês foram mais que especial ... Obrigada por essa viagem!” Anna Luiza

“[...] A primeira surpresa que tivemos ao chegar a São Paulo foi ver o que acontecia   na TV com os nossos próprios olhos, achei incrível isso, poder ver o que as pessoas passam naquela cidade praticamente todos os dias. Vera que era nossa guia nos disse que hoje existem mais ou menos cerca de 40 prédios invadidos por pessoas envolvidas com movimentos sem teto em SP. Fomostomar café na Esfirra do Gordo, uma lanchonete, e olhando para o céu vimos helicópteros que estavam fazendo apoio a tropa de choque que acabara de passar por nós, para fazer a desocupação do prédio que durou praticamente o dia todo, pois ouve confronto entre polícia e moradores. [....] Eu só queria agradecer as professoras responsáveis por essa viagem, por ter
proporcionado a mim e aos meus amigos essa viagem, por nos mostrar não  só dentro da sala de aula, nos mostrar fora dela o que estudamos e porque estudamos” Ananda Voltolini

“Bom, não tenho muito pra falar, acho que como já falaram é impossível resumir toda a viagem em palavras. [...] uma realidade muito diferente da nossa, as partes bonitas e também as partes feias, a desigualdade enorme que se presencia em São Paulo. Toda a experiência da viagem foi incrível, desde aprender a viver em grupo ate viver em uma cidade grande, principalmente quem nasceu e assim com eu nunca nem havia saído de SC, não tinha nem uma noção do que era uma cidade grande. Eu como apaixonada por arquitetura amei toda a arquitetura dos prédios (MASP, Museu da Língua Portuguesa, Mercado Público...)”.  Mireli Nicolodi


Aquário

Escola pública

Estação da Luz

Lustre construído com absorventes internos

MASP

Mercado Público

Moradores de rua - exclusão social

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

CURITIBA UMA CIDADE QUE SE PREOCUPA COM O MEIO AMBIENTE

Alunos do Ensino Médio da Escola de Educação Básica Feliciano Pires participaram de uma viagem de estudo na cidade de Curitiba (12.08.2014), capital do Estado do Paraná. Esta é mais uma das atividades propostas pela equipe de professores, Ana Maria Quinoto Imhof, Berenice Lemus, Djanira Gartner, Marcia Antônia e Rosinei Ana Cugik Reis que acreditam num ensino diferenciado para o Ensino Médio. Participaram 80 alunos, as cinco professoras e mais dois professores voluntários: Bianca Voltoline, Evandro Dalmarco.  Saímos da cidade de Brusque por volta das três horas da manhã. O dia amanheceu ensolarado e a temperatura estava em torno de 23 graus Celsius. No retorno à Brusque tivemos chuvas torrenciais e queda de temperatura.
            Em Curitiba as visitas foram orientadas por duas agentes de turismo: Começamos pelo Jardim Botânico, o Parque Tanguá, a Ópera de Arame, Faculdade do Meio Ambiente, o Bosque Alemão, o Museu do Olho e o novo Estádio de Futebol inaugurado para atender os jogos da copa mundial.
Um dos objetivos da equipe docente foi:  observarem as diferenças entre uma cidade planejada com inúmeros parques, ciclovias, transporte coletivo, uma população consciente de suas responsabilidades ambientais e uma cidade como Brusque onde o crescimento ocorre de maneira desordenada.  Na parte da biologia observaram uma diversidade de espécies vegetais, o processo de dispersão de sementes de algumas angiospermas, as estufas do Jardim Botânico. Na história verificaram que é possível conciliar a arquitetura antiga com a moderna sem que entrem em choque, mas sim de forma harmoniosa. Em arte visitaram a exposição de Frida Kahlo, de João Turin, no MON. A mostra de Frida reuniu 240 fotos da artista mexicana desde sua infância e 130 esculturas de João Turin, em bronze. Ele consagra-se como escultor animalista brasileiro.  No Bosque alemão a partir das observações feitas em loco a professora vai trabalhar a literatura dos contos de fada.

            No final da tarde retornamos à Brusque, não esquecendo de registrar,  não poderíamos deixar de visitar o shopping Curitiba, para fazer a alegria dos nossos alunos.

          Fizemos uma avaliação da viagem de estudo e pelos depoimentos de alguns alunos e podemos concluir que foi um sucesso. Os olhares e sentimentos diferentes fazem com que as pessoas se completem.

Faculdade do Meio Ambiente – Foto: Djanira Gartner - agosto/2014 


Alunos do Ensino Médio com a professora de arte no “Mon” - Foto: prof. Márcia – agosto/2014

DEPOIMENTOS DE  ALUNOS
JARDIM BOTÂNICO
[...] O Jardim botânico “A luz do sol refletia no lindo palácio de cristal, que embelezava mais a paisagem verde”.  Kerlem R. Conde 3a I
“um lugar magnífico, onde experssa seu modo de vida, onde faz você refletir” Jefferson Andrei Goederl . 3a I
“ é incrível a beleza do lugar e o comportamento das pessoas tendo plena conciencia de que devem ajudar a cuidar e preservar o local”  Binca Correia. 3a I
“ A  beleza da natureza se completa quando você se permite sentir, mas se caso seus pensamentos não tranquilizar nem as flores do jardim interior irão brotar” Luana Gabrielli Cavichioli. 3a I
“ o verde, as flores, os galhos balançando, belezas naturais com variedades de plantas e om um brilho essencial da natureza, com animais e condições climáticas. Hallf Rhenan Dalagnoli. 3a I
“ é um lugar onde podemos fazer caminhadas, pedalar, aproveitar o lindo jardim cheio de belas flores e árvores. Jonatas Müller. 3a I
“amei o sol, as plantas, um parque maravilhoso. [...] achei interessante o trabalho da guia, já fui muito a Curitiba, mas nunca tinha conhecido os pontos que a gente foi”. Willian Felipe de Souza. 2a I
“ o jardim de versalhes, era um lugar mágico dava para se sentir na França. William Floriano. 2a I

MUSEU DO OLHO (MON)
“ [...] o que me deixou bem e senti algo diferente foi no museu do olho enqunato a monitora falava sobre a vida de Frida Khalo”.  Renan Rodrigues. 2a I
“Curitiba me chamou atenção pelas várias praças, pelas árvores bem cuidadas, e pelo tanto de muros pixados. Os lugares são fantásticos, calmos, tranquilos. Curitiba deixou gostinho de ‘quero mais’, quero voltar”. Tatiana Bonecher- 2 a III
[...] De lá tiramos várias experiencias positivas, podemos ver como a cidade está bem a frente de Brusque e Santa Catarina em relação a sustentabilidade, muitas espécies de plantas e varios parques que é um show de beleza. Maria Eduarda C. Boell-2 a III
[...]  amei a história da Frida   Kalho e fiquei muito espantada com  todo o sofrimento que ela passou e mesmo assim nunca deixou de ser uma grande pintora” Paloma Lacerda – 1a I

FACULDADE DO MEIO AMBIENTE
“O que eu gostei foi quando a professora pediu para escutarmos os sons na Faculdade do meio ambiente, foi super bom adorei a experiencia. No Bosque alemão foi bem legal passear entre as árvores e ter em placas a história de João e Maria e depois chegar na casa da bruxa. La me chamou a atenção que as mães levam as crianças para deixar as mamadeiras quando elas não querem largar”. Giovana Correia. 2 a III
“A melhor experiência foi a faculdade do meio ambiente pela beleza natural, a trilha, o lago, era tudo muito bonito”. Patrícia Balem.2 a III                      
[...] Meu lugar preferido foi a aniversidade do meio ambiente onde podemos ser nós mesmos, viver o que temos para viver, rspirar ar puro, sentir a naturaza e aprender sonhando com um dia melhor em Iremos conhecer o verdadeiro significado da palavra “liberdade”. Natália O. Regis. 3a I
Gostei da Faculdade do meio ambiente porque tem uma grande estrutura de madeira, estilo de uma trilha” Lucas Knaul.1a I

Gostei da universidade do meio ambiente e também gostei quando a professora falou para fechar os olhos e escutar a natureza... aquele lugar é um lugar de paz. Dieli  Voltolini. 1a I

Bianca, Bernice, Djanira, Marcia, Rosinei, Ana Maria – Parque Tanguá – Foto: Marcia Antonia 08/2014

Casa da Bruxa – Bosque alemão -  foto: Bianca Voltolini  agosto/ 2014 
 
Casa da Bruxa no Bosque Alemão -  Foto: Lucas Dietrich - agosto/2014  
Museu Oscar Nienmayer (MON) - foto Lucas Dietrich - agosto/2014 
Frida Kalho – foto: divulgação do MON - agosto/2014 
 
Manifestação artística do aluno Alisson Lima do 3. Ano I
Outros Depoimentos dos alunos:

“[...] a viagem foi longa, porém muito divertida, todos estavam animados para visitar os principais pontos turísticos dessa linda capital. O que mais chamou atenção dos alunos em geral foi a grandeza e a preservação do local, e principalmente o movimento de pessoas da região praticando esportes. A cidade em si, é maravilhosa, a educação da população é impressionante, todos os ambientes públicos estão conservados, e com toda a certeza, os alunos do Feliciano Pires desejam voltar ao local”.

 “[...]Achamos muito interessante a organização do transporte público, que torna o deslocamento dos moradores de Curitiba muito mais fácil e rápido”.

“O que mais me chamou atenção, foi a arquitetura do Jardim Botânico. Me pareceu algo inspirado nos jardins europeus, tanto pela entrada quanto pela estufa”Keli Beatriz 3ª3


“Bom o que mais me chamo a atenção no museu do olho foi a sua estrutura muito bem planejada, e também as obra de grandes artistas brasileiros”. Darllan Rodrigo Bento 3ª3

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Viagem de estudo - 7º Ano I

Turma: 7 a I em frente a E.E.B. Feliciano Pires -  Foto: arquivo da professora de ciências / 2014

Trinta e um alunos do sétimo ano um da Escola Básica de Educação Básica Feliciano Pires de Brusque, acompanhados da professora Ana Maria Quinoto Imhof, Maria Goreti Mafra e Roseli Paduan, participaram de uma de visita estudo no Parque Municipal São Francisco de Assis no mês de julho de 2014. O parque, localiza-se no centro da cidade de Blumenau, possui 23 hectares de Floresta Ombrófila Densa, contendo diversas espécies de flora e fauna. Podem ser encontradas mais de 100 espécies de aves, 40 de insetos, além de mamíferos como bugios, tatus, cutias e morcegos. A flora, igualmente rica, possui aproximadamente 150 espécies catalogadas.
Os alunos foram acompanhados durante todo o trajeto pelo gerente de Unidade: Felipe dos Santos, Gerente da Educação Ambiental: Marlon Robinson e os Estagiários: Alaor Wruck e Wolfgang Schroeder Manne.
No dia da saída de campo, o sol não deu sua graça, na noite anterior chovera muito deixando a trilha muito encharcada, mesmo assim os alunos optaram em fazer o caminho mais longo. Durante o trajeto fez-se várias paradas, onde por trinta segundos fecharam os olhos e permaneceram em silêncio absoluto para ouvirem os diversos sons da floresta. No primeiro momento ouviram o cair das chuvas sobres às folhas, um pássaro cantando muito longe. Na segunda parada escutaram sons de máquinas, cães, este espaço da parada fazia divisa com uma rua. Mais adiante na terceira parada puderam escutar o cantar de vários pássaros.

Nesta atividade observou-se durante todo o trajeto que alunos tiveram o espirito de equipe, um ajudando o outro nas subidas mais íngremes, nas descidas mais escorregadias. Muitos alunos que não se destacam em sala de aula, mostraram sua capacidade de observação durante a caminhada. O que passava despercebido para o grande grupo, para eles era motivo de paradas e de registros. Em um trecho do trajeto alguns alunos perceberam a presença de animais como cotia, e concluíram que o silencio é importante no processo de observação.    

Professoras: Ana  M. Q. Imhof, M. Goreti Mafra, Roseli Paduan.  Foto: Ana M. Q.Imhof /2014
Mundo Encantado em Pomerode SC- Foto: Ana Maria Quinoto Imhof /2014
Representação da trilha percorrida no Parque Municipal São Francisco de Assis –
                                            Desenho: Gabriel  L. Gaviraghi /2014

Inicio da caminhada na trilha do parque São Francisco; foto Ana Maria Quinoto Imhof/ 2014

Após a caminhada seguiu-se para o município de Pomerode, onde os alunos tiveram a oportunidade de fazer um lanche ou almoçar conforme seus gostos suas condições financeiras. Em seguida conheceram o mundo encantada dos dinossauros, onde interagiram com as brincadeiras oferecidas pelo parque. Observando os alunos chegamos à conclusão que lhes falta esses momentos de descontração.

Depoimentos dos alunos
“Fomos a vila dos dinossauros, brincamos como se tivéssemos 5 anos, fomos a loja e brincamos de corrida de macaco” Erick Bertolini
“A viagem foi bem massa e bem cansativa, a parte que mais gostei foi a trilha, não que as outras partes da viagem não tenha sido legal” Nicolas M. Machado.
O parque São Francisco foi bem legal, tinha uma trilha bem grande, que tinha animais, eu consegui ver dois animais, uma aranha e uma cutia, mas como fizeram muito barulho ela fugiu” Heloise R. Albuquerque.
“[...] na viagem eu não gostei de ter ficado toda suja no parque São Francisco, mas fora a isso foi o lugar que mais gostei” Eduarda Pavesi.
“[...] no parque são Francisco foi o lugar que eu mais senti medo, porque os guias falaram que tinha cobra, bugios e cutias, mas eu senti mais medo da cobra [...] adorei aquela aventura” Thais C.F. Oliveira
“[...] bromélias são vistas por todos os lados, enriquecendo a aparência tropical da floresta ombrófila densa da mata atlântica.  Existem vários banquinhos espalhados pelo parque. [...] no zoológico para mim a primeira surpresa foi conhecer alguns pinguins que se encontram numa piscina refrigerada, protegida por vidros. Eu nunca tinha visto pinguins na minha vida”. Thalia Luchini
“[...] no parque começamos a caminhar pela trilha na mata, no começo da caminhada paramos trinta segundos para ficar em silencio e escutar a natureza [...] eu tenho pavor de cobras e os pinguins estavam no mesmo lado das cobras, comecei a chorar e gritar de pavor, até que cheguei numa parte que não dava de ver as cobras aí consegui tirar a foto que eu queria”. Evelin Fiorin
“[...] No parque, o tiozinhinho disse que tinha animais na floresta, mas eu não escutei nada, depois a Jenifer caiu, todo mundo começou a rir, depois fomos embora cheios de lama” Rafael Vanolli.
“[...] quando estávamos na trilha, muitas coisas eram diferentes, o ar era mais puro, os sons, foi muito bom andar na mata”. Daiane d. Schimidt
“Na viagem eu gostei mais do primeiro local, a gente andou na mata, respirou ar puro e eu me sujei”. Brenda M. Cassere.


Viagem inesquecível
Vamos começar com a ansiedade do dia anterior da viagem, passeio o dia todo arrumando as coisas, escolhendo a roupa, e o que era preciso levar. Não consegui dormir de tanta ansiedade. Acordei as cinco e quinze da manhã e fui tomar banho muito animada, nada como uma viagem para eu levantar com tanta energia. Cheguei na escola as 7 horas e quando vi o ônibus pirei de alegria, sentei com minha melhor amiga a Thais.

Primeiro fomos para a trilha, eu queria ter visto animais, mas infelizmente não vi. Depois fomos para a Vila dos dinossauros, que despertou meu lado de criança, me molhei, me diverti, foi realmente ótimo. E por último, fomos no zoológico, vimos minha paixão, os animais, lindos, encantadores, adorei, amei a viagem. Marina O Gartner


Melhor viagem

Quando saímos de Brusque fomos para Blumenau e lá ao Parque São Francisco. Quando chegamos no parque um homem deu as recomendações e fomos para a trilha. Quando eu comecei a entrar na mata me veio uma coisa boa, lembrei da minha infância. Do tempo em que eu ia para dentro da mata com meu pai, hoje já não posso mais, por causa de minha alergia. Me bateu uma saudade... quando saímos da mata eu estava tão tranquila.  Ah! Na mata nós vimos uma cotia, também. Depois que saímos de Blumenau fomos para Pomerode. Lá fomos para uma padaria e almoçamos, pois serviam almoço também. A padaria se chamava Torten. Depois fomos para a Vila Encantada, lá foi muito legal, brincamos muito, depois fomos para o Zoo que era do ladinho. Vi muitos bichos que nunca tinha visto na minha vida, um pássaro todo colorido, uma girafa, pinguins, hipopótamos, não vi a zebra. Resumindo foi P-E-R-F-E-I-T-O. Quando vai ter de novo?   Beatriz Búrigo

Viagem de estudo  Evelin Fiorin
Na viagem de estudo
Eu e o 7o ano I,
Estávamos todos alegres
Para comer um peixe cru

Em Blumenau nós chegamos
No Parque São Francisco
Todos ficamos alegres
Com um parque tão lindo.

Fomos para Pomerode
Comer um pouquinho
Depois de almoçar
Caminhamos um pouquinho.

Chegando na Vila encantada
Na hora já fiquei surpresa
De como é lindo
Aquela beleza.

No final da viagem
Fomos pro Zoo Pomerode
Lá ficamos surpresos
Com os bichos e elefantes.

Depois desse passeio
Fomos para o ônibus
Descansar um pouco
E comer salgadinhos e refrigerante.

Quando chegamos em Brusque
Logo saímos do ônibus
Pois nós teríamos que ir embora
Para dormir um pouco.

Nós professores avaliamos como positiva a saída dois alunos do espaço escolar, conhecerem diversos ambientes contribui para melhorar o relacionamento entre professores e alunos bem como entre os integrantes da sala.
Ana Maria Quinoto Imhof - MSC
  








terça-feira, 17 de junho de 2014

Alunos do Feliciano Pires no Clube de Autores


Alunos do Ensino Médio da E.E.B. Feliciano Pires, na disciplina Literatura e Língua Portuguesa, sob a orientação da professora Rosinei Ana Cugik dos Reis produziram textos que juntos constituíram um Livro e que foi postado no site do Clube de Autores com o título Somos Escritores.

Clique em Somos Escritores - 2º Ano I




sexta-feira, 13 de junho de 2014

ÓCULOS CLIMÁTICOS

Em tempos de mudança climática vemos que os desastres estão ficando mais sérios, porque são mais frequentes do que antes. Diz o prefeito de Timbó, "em seis anos de mandato, quatro enchentes de grande porte atingiram nosso município." 
As chuvas de mais de 300 mm  = acima de 300 L/m2  em menos de dois dias, no planalto norte de Santa Catarina e também no vale do rio Benedito, no vale do Itajaí, são algo alarmante. Para recordar, em 2008 caíram 500 mm = 500 L/m2  em dois dias. Gerou aquela catástrofe, e agora novos valores elevados de precipitação e danos materiais são verificados.
Já não podemos mais evitar a mudança climática. Temos que nos adaptar a ela. Estamos em tempo de aprender a Adaptação Baseada nos Ecossistemas (ABE) - palavras estranhas que logo deverão entrar no vocabulário diário dos planejadores e fazedores de política - isto é, devemos procurar nos adaptar aos tempos de mudanças, pois a previsão  é de que até 2040 a temperatura média no Sul do país aumente de 2 a 4 graus e as chuvas aumentem entre 5 a 10%, na forma de chuvas intensas e irregulares (dados de Jose Marengo, do INPE). Estas mudanças têm implicações na agricultura, nos transportes, na saúde, e também na ocorrência de eventos extremos e, portanto, muitas pessoas e comunidades irão perder e sofrer.
Como adaptar-se a estas mudanças? O Ministério do Meio Ambiente, em cooperação com o Ministério do Meio Ambiente da Alemanha, está desenvolvendo o Projeto Biodiversidade e Mudanças Climáticas, que aplicará 62 milhões de reais, cujos  objetivos abrangem a inserção da adaptação às mudanças climáticas nas políticas públicas brasileiras. A metodologia que estás sendo divulgada para promover esta adaptação é chamada internacionalmente de AbE - Adaptação baseada em Ecossistemas. Não é difícil; ela trata de olhar o futuro por meio dos "óculos climáticos", e a partir disso busca promover políticas mais sustentáveis, ampliando e potencializando os serviços ambientais.
A região Sul do Brasil terá cada vez mais intensos e frequentes eventos de chuvas torrenciais, com consequentes enxurradas e enchentes violentas e em níveis não comuns, além de vendavais e granizos, bem como secas, ou seja momentos de intensas mudanças. Que medidas os municípios e estados podem aplicar para reduzir o potencial de danos? Isso precisa ser discutido e definido em cada plano diretor, em cada plano de desenvolvimento, em cada projeto público ou particular, levando à inclusão de medidas adaptativas, isto é, que atenuam os efeitos das mudanças sobre as cidades e sistemas.
Na prática, a adaptação vai nos levar a não reduzir a distância dos cursos d'água previstos pelo código florestal para as áreas rurais e urbanas - seria atirar as pessoas e as culturas dentro de um rio ou ribeirão com intensa enxurrada (uma irresponsabilidade).
A adaptação vai nos levar a não reduzir nem proibir a criação de novas unidades de conservação - tais como parques nacionais, reservas entre outros... isso seria destruir o cobertor que nos protege e protegerá;
A adaptação vai exigir gestores e cidadãos que conheçam mais e mais os serviços ecossistêmicos e protejam as Unidades de Conservação já criadas e demais áreas florestais naturais, pois são elas que oferecem os serviços ecossistêmicos;
A adaptação vai exigir gestores de meio ambiente dos municípios, estados e união que não cedem as margens dos córregos, as encostas e áreas verdes nas cidades à especulação imobiliária, pois cada mancha de floresta será nossa proteção nas ondas de calor, nos momentos de seca e nos períodos de chuva intensa, pois a questão é: como podemos nos proteger melhor das secas e das chuvas intensas?
A adaptação vai exigir cabeças menos consumistas, pois precisamos frear este danoso consumo de supérfluos que move uma indústria de supérfluos.
O tempo agora é o de árvores na cabeça, como mostrou o artista o qual desconhecemos.


Texto de Dra. Lucia Sevegnani.
A foto da enchente na várzea no Garcia é de autoria de Lucia Sevegnani. 


segunda-feira, 9 de junho de 2014

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Educando para a Criatividade

Há algum tempo atrás, as escolas proporcionavam aos alunos, visitas a museus, parques, zoológicos, praias, banhos de piscina em parque aquáticos.  As famílias entregavam seus filhos com confiança aos cuidados da direção e professores. Era muito importante proporcionar ao aluno uma educação integral e com diferentes estratégias de aprendizagem. A confiança nas escolas e nos profissionais da educação aos poucos foi acabando, não sabemos em que momento essa relação se desfez.  
As escolas se retraíram, procurou-se não mais levar os alunos para viagens de estudo. Inúmeras foram às desculpas: financeiro, segurança, falta de profissionais capacitados. A escola mudou, as crianças mudaram; já não vivem mais em casas com amplos jardins, não andam de bicicleta, não vão a pé  à escola, não se reúnem mais nos finais de semana para jogar bola. O que se percebe é que essas crianças e jovens tornaram-se desmotivados, agressivos em alguns casos, nada mais lhes causa prazer.  Já não sabem mais brincar se não for ao computador ou celular e com isso  estão   perdendo  a criatividade. Segundo Torre (2013) a “criatividade é a decisão de fazer algo pessoal e valioso para a satisfação própria e benefícios dos demais”.
 A estimulação à criatividade é uma responsabilidade social e educativa.  Assumindo nosso papel social e de educador é que propomos uma nova forma de aprender, fora das salas de aulas. Para Einstein “a arte mais importante de um professor é saber despertar em seus educandos a alegria de criar e de conhecer”. O conhecimento não é mais produzido no interior das salas de aula, mas vem de fora para dentro.  O aluno precisa conhecer outras formas de aprender e nós professores precisamos aprender novas formas de ensinar.
No início de 2014 planejamos nossa primeira viagem de estudos com alunos do primeiro ano do ensino médio. Iniciamos com esse grupo, pois, é fato que ao longo dos bimestres muitos desistem dos estudos por motivos: financeiros, de trabalho, ou porque a escola não oferece nada de atrativo, a não ser um ponto de encontro social. Nosso aluno precisa estar na escola, estudando, conhecendo, criando.  Assentados nesses objetivos é que nos professores do ensino médio criamos um projeto que possibilita a saída dos alunos em viagens de estudo, visando uma formação interdisciplinar e transdisciplinar.  Fazendo com que as relações de teoria e prática tornem-se próximos.
No mês de maio aconteceu a primeira viagem de estudo a Florianópolis, onde os alunos conheceram a praia Costão do Santinho e puderam registrar com imagens fotográficas as pinturas rupestres. Posteriormente foram ao centro da cidade de Florianópolis tiveram o privilégio de conhecer o mercado público municipal e visitar o museu do corpo humano.
Para muitos alunos, foi uma oportunidade única, pois nunca tinham visitado Florianópolis. Segues alguns depoimentos:
“A viagem foi extremamente interessante [...] Para mim, a exposição do corpo humano foi o melhor da viagem, pois aprendemos muito sobre o assunto. Você ver o corpo humano foi demais! Muito bom, espero ter mais viagens”. Marlon K de Souza – 15 anos -1a V
“O Padeiro de Sevilha achei muito bom estar, até por ser uma padaria com jardins nos fundos. O Padeiro de Sevilha traz o sabor das padarias europeias com muitos detalhes nos sabores de suas produções alimentícias”. Victor Gabriel Vedovetto – 14 anos – 1a V
“ A viagem para Florianópolis foi proveitosa , uma ótima viagem em grupo. Souberam escolher muito bem os lugares, além de ser um passeio de estudos, foi muito  divertido. Fizemos novas amizades” Tuane Vargas – 14 anos.
“Gostamos muito da praia Costão do Santinho, pois além da praia ser bem calma é bem limpa. A vista  era linda! A exposição do corpo humano também foi muito legal. O shopping foi tudo de bom, muito chique!. Nos divertimos muito”. Joice Rayane Barbosa e Roseli Vargas – 15 anos - 1a V.
“Eu gostei do passeio, pois além de ser um passeio de estudos, podemos conhecer lugares que não conhecíamos e perceber que estudo não é só em  sala de aula, mas em tudo” Letícia Isabele Morais da Silva – 15 anos – 1a V.
Por fim, durante todos os momentos, os professores puderam interagir com os alunos, trocando ideias, experiências, risos e sorrisos.
Aos professores Ana Maria Quinoto Imhof (biologia), Márcia Antônia Moreira (química), Berenice da Silva Lemos (história), Djanira Tatiane Gartner (arte), Rosinei Ana C dos Reis (língua portuguesa e literatura), Evandro Dalmarco (Educação Física), que abraçaram essa iniciativa, um muito obrigado.


Ana Maria Quinoto Imhof (MSC)

Costão do Santinho      Arquivo: professora Djanira Tatiane Gartner 2014

Costão do Santinho      Arquivo: professora Djanira Tatiane Gartner 2014

Professores do projeto – Educando para criatividade   Arquivo: professora Djanira Tatiane Gartner         2014

“O Fantástico Corpo Humano” e Mercado Público

No dia 21 de maio de 2014 os alunos das segundas e terceiras séries do Ensino Médio da Escola de Educação Básica Feliciano Pires, acompanhados dos professores: Aldo Antunes (sociologia), Ana Maria Quinoto Imhof (biologia), Márcia Antônia Moreira (química), Berenice da Silva Lemos (história), Djanira Tatiane Gartner (arte), Rosana Knihs (biologia), Scheila Fantini Vargas (assistente de educação), Roseani de Oliveira (inclusão social) Visitaram a  exposição “O Fantástico Corpo Humano”,  em Florianópolis  no Beiramar Shopping  e o Mercado Público.
O Corpo humano é uma viagem completa pela anatomia humana por meio de 12 corpos e 150 órgãos reais. Essa é a proposta da exposição “Os corpos passaram por um complexo processo chamado plastinação, que envolve a retirada de toda água e gordura do corpo, sendo substituídos por polímeros plásticos coloridos. Dessa forma, os corpos não cheiram e não se decompõem - e até retêm a maioria de suas propriedades originais. Por essa razão, as espécimes são consideradas perfeitas e é possível ver características anatômicas com grandes detalhes, como por exemplo, a árvore respiratória do pulmão ou a enorme quantidade de vasos sanguíneos do corpo, assim como músculos e ossos.
Após o momento de estudo os alunos fizeram uma caminhada no Shopping, observando o tipo de comércio e o público que o frequenta..
No período da tarde conheceram o Mercado Público construído no século XVIII O prédio que hoje abriga o Mercado Público de Florianópolis foi construído em frente à Alfândega no ano de 1898, em substituição ao antigo mercado, o qual foi demolido em 1896 após 45 anos de funcionamento. Sua construção e localização entre os ano de 1791 e 1848, foi motivo de acirrados debates entre os chamados “barraquistas” e os “judeus” e posteriormente  originou os dois primeiros partidos políticos de Santa Catarina.
O Mercado Público é considerado  um dos espaços mais democráticos da Ilha, talvez pelo fato de reunir em um só endereço artistas, políticos, boêmios e pessoas simples, sem distinções. Depois de conhecer esses espaços diferenciados teceram suas ponderações.


Ana Maria Quinoto Imhof (MSC)
  Mercado Público -   Arquivo: Djanira T. Gartner/2014
“O Fantástico Corpo Humano” Arquivo: Djanira T. Gartner /2014
 
Ponte Hercílio Luz - Arquivo: Djanira T. Gartner/ 2014

Arquivo: Djanira T. Gartner/2014